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Criada na França em meados do século XIV e, inicialmente, usada somente por clérigos para vestes de cerimônias religiosas a renda, tecido-tendência das últimas estações começou a ser realmente usada no inicio do século XVI.

Com a popularização do tecido, países como França, Inglaterra, Bélgica, Hungria e Irlanda se tornaram grandes produtores de renda. O tecido foi introduzido na corte francesa por Catarina de Médici. Na época, o tecido fez tanto sucesso que quase todas as vestimentas eram feitas do mesmo, o que causou um grande prejuízo para os cofres públicos e resultou na proibição da renda pelo rei.

A partir do século XVII, a renda começou a ser usada em adornos de cabeça, babados ou como partes de vestido. Também nessa época, a renda de máquina começou a ser fabricada. Já no inicio do século XIX, a renda já era usada para muito mais adereços como véus, casacos, chalés e até vestidos feitos inteiramente de renda. Até esse período, o tecido era fabricado a partir de fios de linho, que foram posteriormente substituídos por algodão. No inicio do século XX a renda perdeu popularidade, sendo associada somente a fabricação de lingeries.

No Brasil, a renda foi trazida pelos portugueses e era do tipo bilros, sendo até hoje a renda artesanal mais popular do país, produzida, na maioria das vezes, por mulheres de pescadores e descendentes de portugueses. Atualmente, a renda é usada em praticamente tudo, como vestidos, sapatos, shorts e blusas.

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