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Enfant Terrible, bad boy, rebelde. Todos esses adjetivos, aparentemente negativos servem para nomear um dos maiores nomes da moda do século XXI: Alexander McQueen. O jovem de família humilde que fazia vestidos para suas irmãs sabia desde cedo que queria ser designer de moda.

Por causa disso, McQueen largou a escola aos 16 anos para ser aprendiz de alfaiate na famosa rua Savile Row, onde aprendeu a alfaiataria perfeita de ternos dignos da família real – comenta-se até que Alexander costurou palavras obscenas no forro de um terno destinado ao Príncipe de Gales em sua época de aprendiz.

Primeira coleção de McQueen em sua marca

Mesmo sem ter concluído os estudos, McQueen foi convidado pela própria Louise Wilson – a famosa professora da Saint Martins – para ingressar a sua turma de design. Em 1994 concluiu seu mestrado e, em 1996, foi convidado a assumir o posto de Galliano na Givanchy, de onde saiu em 2001, após alguns problemas com a empresa que possuía a Maison.

No mesmo ano, Alexander abriu sua própria marca, estreando com uma coleção inspirada em Edgar Allan Poe e Lorde Byron, ecoando melancolia e exorcizando os fantasmas do passado. Seus desfiles sempre tiveram uma veia teatral e cinematográfica, McQueen criou coleções inspiradas em Hitchcock e montou um jogo de xadrêz humano na passarela.

O designer saiu de cena em fevereiro de 2010, quando cometeu suicídio uma semana depois da morte de sua mãe. Atualmente Sarah Burton, sua assistente, comanda a marca como diretora criativa, seguindo com o legado do estilista. Alexander Mcqueen saiu do mundo da moda de maneira trágica e teatral, deixando a moda órfã e um pouco careta.

Ultima coleção de McQueen para sua marca em 2010

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