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Não sei vocês, mas eu sou apaixonada por filmes sobre a realeza, tais como Maria Antonieta e Elizabeth I. Não à toa, torci para Anonymous no Oscar 2012. Meu filme favorito não ganhou a estatueta, mas o post do Fash’n’Movies de hoje fala do ganhador do Award de 2009, A Duquesa, filme de Saul Dibb e figurno de Michael O’Connor. O filme conta a história de Georgiana Cavedish, duquesa de Devonshire, uma mulher a frente de sua época, ditadora da moda em Londres e ativista política em uma época em que o sufrágio feminino estava longe de acontecer.

Georgiana, filha do 1º Conde Spencer – família da princesa Diana, descendente direta do 2º Conde de Spencer, se casou com o Duque de Devonshire aos 18 anos, tendo que aturar uma filha bastarda, além de suas diversas amantes e a dificuldade de gerar um herdeiro do sexo masculino para o Duque. O filme foi baseado no livro de Amanda Foreman, que conta a triste vida da Duquesa.

O figurino feito por O’Connor transformou completamente a atriz Keira Knightley, protagonista do longa, caracterizando-a exatamente como a Duquesa, a partir de pesquisas de desenhos, pinturas e documentos sobre Georgiana. Tendo como inspiração a rainha Maria Antonieta, a duquesa usava penteados “torre” com 90 centímetros, plumas de avestruz em suas vestes e, até mesmo, trajes inspirados no mundo masculino, algo bem ousado para uma época em que a única função feminina era gerar filhos e satisfazer seu marido perante a ele mesmo e a sociedade.

Para demarcar o tempo, dividiu o figurino do filme em três partes, começando pela inocência e jovialidade da jovem duquesa, passando pela figura pública glamourosa que ditava moda e, chegou ao fim do filme, como a duquesa traída e melancólica, que morreu endividada por causa de seus vícios em jogos.

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