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Parafraseando Marilyn Monroe, “Diamonds are a girl’s best friends”, mal sabia Norma Jean que essa é uma verdade válida há mais de sete mil anos. Toda mulher ama joias, mas mal sabemos que o hábito de se enfeitar com pedras e ornamentos vem de muitos séculos, aproximadamente 100 mil anos atrás.

Os primeiros registros de uso de joias vieram através de descobertas de Cro-Magnons, que utilizavam colares e braceletes feitos de ossos e cascas que serviam tanto para ostentação quanto para proteção. Essas são consideradas as joias mais antigas já descobertas há cerca de 30 mil anos.

Já no Egito Antigo, o ouro era idolatrado por seu brilho, beleza e durabilidade, logo se tornaram simbolo de status para a nobreza, que as usavam na vida e na morte,pois suas joias eram enterradas com eles. Na Mesopotamia as joias eram  feitas com metais e pedras brilhantes e coloridas como Agata,  lapis azul e jasper sendo feitas em forma de folhas ou espirais.

Na Grécia Antiga, eram usados materiais como bronze, ouro, prata, marfim e gemas para confeccionar as joias, que eram usadas até em estatuas a divindades, que serviam como decoração para tais esculturas. Após a dominação romana do mundo antigo, a joia passou mais do que nunca a representar status e poder, os broches que eram usados pelos romanos para prender suas roupas eram  em sua maioria de ouro e bronze, decorados  com perolas.

Nas culturas indigenas americanas, eram usadas joias feitas a partir de uma liga metalica composta por ouro, prata e platina. Para os Incas, o colar dourado do deus sol era simbolo maximo  de poder,diferentemente dos mais, que supervalorizavam a  jade, que representava  o céu.

Após o fim do império romano, os bizantinos continuaram a tradição da produção de joias e o uso de metais, utilizando-os até em esmaltamento de peças como cálices. Na Idade Média, elas eram usadas para pagar dotes e representavam proteção, pois “afastavam o mal”, mas só no Renascimento as joias ganharam status de obras de arte, dando inicio a profissão de joalheiro.

Estatua inca feita inteiramente de ouro e pedras

Apenas nos séculos XIX e XX as joias foram se tornando parte do cotidiano da população,  ainda sendo um modo de distinção entre os governantes  e os governados e  ainda tendo status de nobreza.

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