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Se tem uma coisa que toda – ou quase toda, mulher gosta, é esmalte. Algumas são tão viciadas nos vidrinhos coloridos que até colecionam, eu mesma tenho mais de 100! Mas desde quando eles são usados? De onde vieram? Quem criou?

Como a maioria dos cosméticos, o esmalte foi, primeiramente, datado no Antigo Egito, por volta de 3500 a.C.. Algo muito semelhante ao esmalte foi usado por mulheres egípcias, à base de tinta de henna preta, era  usado para distinção social, apenas nobres usavam tais tinturas. Logo as unhas com cores ganharam o gosto da realeza egípcia, tendo pessoas Cleópatra como uma de suas admiradoras. Dizem que a Rainha do Nilo adorava, até mesmo, um vermelho-escuro.

Também com objetivo de distinção social, o esmalte era usado na China Antiga, por volta de 3 a.C., em tons vermelhos e metálicos  (feitos com soluções de prata) nas unhas, significavam a ocupação de um lugar privilegiado na hierarquia social.

Até o século XIX o uso dos esmaltes ficou estagnado, tendo as unhas sem nada, apenas em pequeno comprimento. Já no século XX, os esmaltes começaram a se destacar de novo, em 1925, na tentativa da descoberta de novas tinturas de carro, descobriu-se algo parecido com o esmalte, que coloria as unhas apenas por algumas horas. Já em  1932 os irmãos Charles e Joseph Revlon custearam a invenção de um novo tipo de esmalte, mais brilhante e com um leque variado de tonalidades.

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