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Não sei  vocês, mas eu não vivo sem sapatilhas. Me acostumei desde pequenininha com as próprias sapatilhas de ballet e, como nunca gostei de usar tênis, adotei as flats como favoritas e hoje tenho mais de quinze pares. Teoricamente, tais sapatos foram introduzidos pela princesa Catarina de Médicis na corte francesa, influenciada pelas próprias sapatilhas de ballet, porém, desde a época do antigo Egito que se tem registros de sapatos baixos e fechados usados por faraós.

Até o século XVI, os sapatos não possuiam salto, até que a rainha consorte da França na época, a propria Catarina, pediu para o sapateiro real que colocasse dois centímetros de salto em seus sapatos de casamento, o que causou furor na corte e todas as mulheres fizeram o mesmo, criando assim, a nossa santa sapatilha de cada dia.

A partir daí, as sapatilhas foram um pouco esquecidas, até que na década de 1950 a marca – até então exclusiva de adereços de ballet – Repetto produziu modelos de sapatilha com um pequeno salto, como os usados no século XVI. Na mesma década, a diva Brigitte Bardot – que foi bailarina clássica por 12 anos, pediu para Rose Repetto (dona da marca de ballet) que fizesse uma sapatilha que se pudesse usar o tempo todo.

Então a marca criou a Cedrillon, uma sapatilha desenvolvida exclusivamente para B.B. que as usou em diversas cenas de “E Deus criou a mulher”, filme que transformou Brigitte em musa. As Cedrillon eram vermelhas e de verniz.

Outra diva, Audrey Hepburn, era uma das mais adeptas da sapatilha na década de 60, sempre usando-as em seus filmes e assim, ajudando as flats a se popularizarem ainda mais. Audrey aparece usando-as em diversos filmes, desde Bonequinha de Luxo até Sabrina. Hoje, as flats são essenciais a qualquer mulher, sendo sinonimo de conforto e também de elegância.

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