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Considerada por muitos o diabo da moda, Anna Wintour é, com certeza, uma das personalidades mais influentes do mundo da moda. Apaixonada por peles e, por isso, odiada pelo PETA, Anna é muito mais que uma editora de moda, ela é a ditadora das tendências e celebridade polêmica do mundo fashion.

Filha de um jornalista britânico, Anna ajudou o pai a popularizar o jornal inglês Evening Standart, onde seu pai era editor, tornando-o o veículo mais cultuado pela juventude da época na Swiging London. Aos 16 anos abandonou a escola e foi trabalhar na Butique Biba,a mais cultuada do mundo na época e, depois disso, começou sua carreira como jornalista na Harper’s Bazaar como editora assistente.

Pouco tempo depois, ela se torna editora da famosa revista New York, onde seus editoriais e matérias de moda chamaram a atenção do meio, levando Anna a uma entrevista na Vogue US em 1983, onde ocupou o cargo de editora-criativa até ser mandada de volta para Londres para ser editora chefe da Vogue UK.

Com a entrada de Anna na Vogue UK, a revista foi completamente remodelada pela mesma, demitindo a maioria dos funcionários da revista e, por causa disso, ganhando um apelido nada amável: Nuclear Wintour – uma corruptela da expressão Nuclear Winter. Mas, somente em 1988 conseguiu o cargo que tanto almejava: o de editora-chefe da Vogue US.

Com a entrada de Wintour na Vogue, houve um sofisticamento do material editorial, rejuvenescimento das capas, trocando as fotos em close de estúdio, por fotos em plano americano ou corpo inteiro em luz natural, além da inclusão de modelos new faces nas capas e editoriais.

Em 2003, uma ex-assistente pessoal de Anna escreveu o best seller “O diabo Veste Prada” que, apesar de parecer uma biografia da autora Lauren Weisberger, a mesma insiste que o livro é uma obra completamente fictícia.